O Serviço Nacional de Investigação Criminal concluiu que o juiz presidente do Tribunal Judicial da Província de Tete morreu por asfixia, descartando a hipótese de envenenamento que circulava nas redes sociais.
Segundo a perícia, após consumir bebidas alcoólicas, o magistrado entrou na viatura para repousar e permaneceu com portas e vidros fechados, o que levou à asfixia. A autópsia foi realizada por uma equipa multidisciplinar, com presença de médicos legistas e do Ministério Público.
As autoridades afirmam que não há indícios de agressão nem envolvimento de terceiros no caso.
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